Respeite a arte! Ao reproduzir em outros lugares a obra de algum artista, cite o autor. Todas as poesias aqui presentes foram escritas por Mao Punk.

Visite também meu blog de textos: RESQUÍCIOS DEPRESSIVOS, SUJOS E NOJENTOS .
Textos que expõem a fragilidade e indecência humanas de forma irônica, metafórica e sem embelezamentos.

domingo, 27 de maio de 2012

SONETO DE ENSAIO

Este amor que tenho, Amor, inda recluso,
Quer se confessar, Amor, em cada gesto,
Pois a todo tempo, Amor, mais eu me infesto
Deste sentimento, Amor, qual fosse abuso.

Mas eu desconheço, Amor, o melhor jeito
De dizer-te enfim, Amor, como te amo!
Quero que não haja, Amor, qualquer engano.
O amor que sinto, Amor, vem de meu peito!

E desconhecendo, Amor, minha confissão,
Vejo-me escrevendo, Amor, minha solidão,
Fico desejando, Amor, admitir

Que te amo tanto, Amor, que não sei mais
Como poderei, Amor, viver em paz
Sem dizer que amo, Amor, eu amo a ti!

Um comentário:

  1. Perfeito Mao... nunca havia visto tanto amor em um soneto ... rsrs

    ResponderExcluir